quinta-feira, setembro 28, 2006

Votação


Pedimos desculpa a todos os que já tinham votado no nosso inquérito, mas uma incompatibilidade entre os nomes sujeitos a votação e os resultados, não permitia que aparacessem todos na parte final.
Porque valorizamos a vossa opinião, agradecíamos que votassem novamente .

terça-feira, setembro 26, 2006

Construção do Império

No passado sábado, na 2:, num daqueles documentários/aula da Universidade Aberta, passou um simplesmente explendido sobre Agostinho da Silva. O documentário (que infelizmente apanhei já a meio) onde participou esse grande professor que é Cândido Franco, até teve direito à leitura de poesia inédita de Agostinho da Silva.
Dias antes, JSM publicava este texto no Interregno, representativo do verdadeiro ideal monárquico, base do V Império de Vieira e Pessoa. O passado, o presente e o futuro nas palavras de Agostinho da Silva:
“Mas o Rei está apenas oculto, na ilha de encantos que é cada um de nós, e espera que a ele nos submetamos para que surja e salve; basta que acorde na alma de um de nós, para que também desperte nas almas que se perdem de tristeza e de dó pelas aldeias da Península, pela savanas de África, pelos palmares da Índia, pelas favelas de Paris ou pelas avenidas da Alemanha. Basta que num se erga; o Povo é ele e dele. Forças nenhumas se lhe poderão opor se ele próprio não provocar a batalha e se toda a sua coragem se concentrar, não em agredir, mas em se afirmar e em ser pacientemente, mas sem concessões, persistentemente, mas sem dureza, todo na tarefa, mas sem interesse seu, o guia que se espera, heróico e lúcido, ousado e calmo, aventureiro e lento. Todos em el-rei, el-rei em todos; e sem Rei nenhum, que o não precisamos para nada, pois o Rei o somos”.
Agostinho da Silva, in ‘Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I’.(Lido no - “Viva a República! Viva o Rei!”, de Tereza Sabugosa)

sexta-feira, setembro 22, 2006

Frase da Semana - 32



É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos.

Orson Welles

quinta-feira, setembro 21, 2006

Fórum Alentejo

Convida a participarem, no dia 22 de Setembro de 2006, pelas 18h, no Auditório 1, do Colégio Luís Verney, na Universidade de Évora, à conferência debate: Alentejo na Europa - 20 anos depois.
Este evento conta com os Oradores Convidados: Eng. Armando Sevinate Pinto e Prof. Dr. José Bravo Nico.

Participa no debate e contribui com a tua opinião!

Concurso de Professores - Lado B

Que se tenha tentado fazer um concurso com menos confusões e respeitando os prazos creio que ninguém pode pôr em causa, mas a pressa em mostrar resultados borrou, e de que maneira, a pintura.

Com a antecipação do concurso para dia 18 de Agosto, a Direcção Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE) colocou docentes dos Quadros de Zona Pedagógica (QZPs) antes de serem colocados ou considerados os docentes e os pedidos de requisição ou de destacamento. Isto obrigou a que estes docentes fossem colocados em escolas, onde viriam, mais tarde, a ser substituídos por contratados e não por QZPs.

Tudo bem, esses lugares deixados vagos têm que ser preenchidos. Mas onde reside(m) o(s) problema(s) causador(es) de injustiça(s)?

1.Reside no seguinte: todos os docentes de QZP que quisessem ser colocados nessas escolas (muitas vezes por proximidade à residência) já o foram noutras escolas, muitas vezes mais distantes, não tendo sendo aqui o tempo de serviço tido em conta para coisa nenhuma. Este problema é recorrente e não foi resolvido.

2.Tal como o tempo de serviço não é tido em consideração (nos casos que se enquadrem no problema anterior), também a ordem de preferência de escola que os QZPs escolhem é muitas vezes esquecida, dando a ideia de o concurso de professores é mais sorteio e menos colocação. Note-se: como pode o docente A, residente em X, que manifesta preferência em ser colocado nas escolas de X, e que é 5º na ordem de QZP ser colocado em Y e, no mesmo concurso, o docente B, 9º na ordem de QZP ser colocado em X? Não cheira a sorteio?

3.Outro factor causador de injustiça é o facto dos horário aparecerem nas Direcções Regionais de Educação (DREs) a conta-gotas, ou seja, a colocação nunca poderá ser justa e respeitar as preferências e tempos de serviço se os horários não forem submetidos a colocação em simultâneo. Assim sendo, acontece o mesmo problema do ponto 1.

4. Tendo, com as novas regras e aumentos de horas por docente, diminuído o número de docentes necessário, há QZPs onde havia professores sem horário (mais viriam a aparecer depois, como explico no ponto 3). Foi realizado um despacho pela Sr.ª Ministra em que estes docentes, com habilitações para 3º ciclo e Ensino Secundário passavam a poder ser colocados em horários de 2º ciclo (creio que os sindicatos dizem que o despacho é inconstitucional e vai contra o actual estatuto da carreira docente), mas, até aqui compreendo, se há um recurso que é pago, que se aproveite. O que não compreendo é porque é que em concurso estes professores não podem concorrer para o 2º ciclo se, agora, como dá jeito, o são obrigados a fazer? É injusto, pois é.
Mais, as DRE foram (creio que) aconselhadas (não sei se será o termo mais preciso) a não contratar pessoal, limitando-se a tentar dar resposta ao que aparecia com os docentes em QZP disponíveis, mas a emissora da ordem, a DGRHE, continuou a contratar docentes para horários onde já existem QZPs. Ou seja, ao tentar-se poupar, gastou-se mais, pois agora existem, nalguns casos, dois docentes para um horário.

Há uma clara tentativa de melhorar o sistema.
Há reformas que são necessárias.
Nem tudo o que tem sido feito por esta ministra é mau como transparece muitas vezes. Mas a justiça tem que existir sempre e neste concurso não existiu, tal como nos outros não existiu.

Para quando um modelo que tenha em conta as preferências dos professores e com base na residência?

Se muitos docentes são incompetentes (existem em todas as profissões bons e maus), muitos há que contra tudo e todos, tentam nas suas escolas, fazer mais e melhor pelo sistema de ensino, mas sobretudo pelos alunos, e à parte e independentemente das polémicas e de concordarem ou não com as medidas.
Como tal, um só prémio a nível nacional é manifestamente insuficiente, ainda mais quando o tempo disponível para a realização de novos projectos tem que sair das horas com a família, amigos etc. e não do horário de expediente.
É um primeiro passo, mas é curto.

Se algum dia voltar a dar aulas (ainda tenho à volta de 2000 pessoas à minha frente), serei contratado, logo, serei prejudicado pela justiça que clamo, mas justiça é justiça, e tem que ser feita.

PM húngaro mente ao país


E recusa demitir-se (confiram aqui e aqui).
Isto passa-se num país membro da UE e ninguém diz nada?
Umas vezes falam tanto e quando devem falar calam-se.

Então o passaram gravações com homem a admitir que mentiu ao pais, a confessar em segredo e ninguém toma nenhuma atitude? Bem, para se fazer o que fizeram alguns manifestantes mais vale estar quieto sim...

Mas tão má foi a atitude do PM como a dos manifestantes.

terça-feira, setembro 19, 2006

Circunstâncias circunstanciais


Quando, no quotidiano, circunstancialmente, se encontra alguém conhecido na rua, há reacções para todos os tipos. Desde o que finge que não vê, ao que faz um aceno. O engraçado, é que quando existe/existiu algum tipo de afinidade, ou mais confiança, a pessoa sente o dever inato de dizer qualquer coisa. Então faz-se a conversa de quem quer ser simpático, mas que na realidade não deve querer saber mesmo como está o conhecido (algo para psicanalisar). Nestes casos, dá-se o ridículo-socialmente correcto e põe-se em prática a conversa de circunstância (não de quebrar o gelo como “ Hoje está um bom tempo” ou “ O que é que diz ao nosso Benfica?”, não; a conversa circunstancial de quem quer ser simpático. Enquanto um diz:
- “Olá, tudo bem como estás? Como é que isso vai? (isso o quê?)”
o outro, em vez de responder a estas perguntas diz:
- “Boa tarde, estás bom? O que tens feito?”
toda esta conversa feita sem parar, ao ritmo alucinante do passo, de quem saiu ou vai para o trabalho, ou para casa, e acompanhada da banda sonora citadina, com os autocarros em grande destaque. Pior ainda, é quando se comete o erro crasso de perguntar pela família, correndo o risco eminente de em vez de se ser simpático, deitar por terra toda a credibilidade que nos faltava:
-“Então o teu filho?”
- “ É uma rapariga…mas está bem, obrigado. E a tua mulher?”
-“Divorciei-me à duas semanas.”
, pois…
Ambos perguntam coisas, um ao outro, mas nenhum, efectivamente, responde. Nenhum quer saber a resposta às suas dúvidas até então inexistentes.
Sociabilizar a quanto obrigas!

sexta-feira, setembro 15, 2006

Frase da Semana - 31



O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm.

René Descartes

Imperdível

O Tigre e a Neve
Dissimuladamente, ao seu jeito satírico e pseudo-inocente, com algumas trapalhadas à mistura, Benigni lá vai expondo ao mundo, o seu ponto de vista sobre questões sociais e polémicas da história e do quotidiano.
Este é mais um excelente filme, de um actor/realizador que se arrisca a que lhe chame "o preferido".
Ficha Técnica
Actores: Roberto Benigni; Jean Reno; Nicoletta Braschi; Tom Waits
Ano: 2005
Idade: M/12
Duração: 114 minutos
Género: Comédia
Distribuidora: Lusomundo
País de Origem: Itália
Sínopse
«O cenário é a guerra do Iraque cada vez mais perigosa. Na cidade de Roma, um poeta, eterno apaixonado, sonha constantemente com o casamento que o uniria à mulher por quem está a morrer de amores. Mas o seu amor não é de todo correspondido. Certo dia, a sua amada, que se encontra em Bagdad a escrever uma biografia de um poeta iraquiano, sofre um atentado. Conduzido pelo seu amor louco este homem parte para ao encontro desta mulher....»
Apresentação
Clique aqui.

segunda-feira, setembro 11, 2006

11 de Setembro - 5 anos depois






Atentado foi de certeza.
Resta saber quem foi o terrorista.

Momento Capuchal 2006

Quando me sentei à mesa do Restauração para jantar com os amigos.
A festa é só um pretexto para que se juntem à volta da mesa as amizades que resistem às distâncias e ao tempo.

sexta-feira, setembro 08, 2006

Frase da Semana - 30


O homem que só bebe água tem algum segredo que pretende ocultar dos seus semelhantes.

Charles Baudelaire
NOTA: Durante os Capuchos não se bebe água, só na manhã do dia seguinte.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Já dá para um leilão?

Ganda Vanessa

Quando há 11 atletas do Benfica que a maior parte das vezes se vêem apertados pela incapacidade para practicar futebol (como comentavam na rádio, esta manhã), esta, a Vanessa Fernandes, pratica três de forma notável: ciclismo, atletismo e natação. É de tal forma notável que, aos 20 anos, é vice-campeã do mundo de triatlo.

Sabes o que está quase, quase a chegar, SABES?

AH, então...não te cales; faz as malas e vai à Festa dos Capuchos.
Como diz no pré-histórico sítio electrónico da CMVV "O povo calipolense tem boa índole e forte sentimento religioso. Apesar de notar-se indiferença no cumprimento de alguns preceitos morais cristãos e a manifestação de certo relaxamento de costumes, a situação religiosa aqui é incomparavelmente melhor do que em muitos outros aglomerados urbanos e concelhios do nosso país.
Vila Viçosa tem uma história religiosa particular e de imensa glória que ela nunca poderá esquecer. Desse passado provém a memória pétrea e simbólica dos seus principais monumentos, erguidos e mantidos pela enorme espiritualidade das suas gentes, os filhos da terra da padroeira de Portugal."
Em homenagem ao Senhor Jesus dos Aflitos, esta festa surge precisamente em frente do Convento de S. Francisco dos Capuchos, cuja 1.ª pedra foi lançada a 6 de Julho de 1606, gravando-se nela o nome do duque D. Teodósio II de Bragança, dando uma nova casa aos capuchinhos (o primeiro convento situava-se algures na estrada de S. Romão e foi um dos primeiros conventos fransciscanos em Portugal, como relata António Xavier no seu estudo sobre conventos franciscanos). À cerimónia assistiu o duque, acompanhado de seu filho primogénito, D. João, futuro Rei Restaurador.
O Sr. Joaquim Saial descreve assim aquilo a que chama de "momentos Capuchais":
Momento 1 – Largada
O barulho era atroador. A multidão concentrada em redor da praça acotovelava-se e ululava, acirrando o touro que – considerava ela –, com todo aquele aparato, melhor brilho traria à largada. A Alzira do Aleixo, ao saltar para um tractor, já partira o salto alto de um dos sapatos que calçara no casamento da filha; o velho Chico Carapeta tinha caído por duas vezes das tábuas, pelo que apresentava um galo na testa e levava repetidas vezes a mão ao cóccix; e o neto da Maria Quitéria não parava de chorar, devido a duas estaladas que ela lhe dera, por dizer «Ó avó, ê tenho medo do tôro!». Entretanto, o dito cujo rondava a fonte, arfando sedento, à procura da fresquidão que se desprendia das quatro bicas e da arca de água. Mas o líquido também era motivo de desejo de uma vespa que ele espantou com o rabo e logo de seguida se virou em looping até o atingir com certeira ferroada no cachaço. Vai daí, o animal desatou em correria louca na direcção da Rua de Cambaia, saltou o gradeamento de madeira e seguiu por ali abaixo, depois de partir três ou quatro esqueletos de espectadores próximos e outras tantas montras de lojas. Num último arranque, antes de atingir o Rossio, ainda embateu contra o Zé Feio, que vinha do mercado a comer uma tira de brinhol. E foi isso, a tal coisa amarela de que toda a gente em Vila Viçosa falou durante os meses seguintes, lembrada do que o bicho trazia espetado num chifre quando chegou à mata e entrou pelo restaurante «Os Cucos», sem pedir licença…

Momento 2 – Concerto
Foi no concerto do Marco Paulo? Ou no do Roberto Leal? Há quem diga que foi no das espanholas Azúcar Moreno, mas como a lenda se instalou, agora é difícil ter certeza absoluta do instante em que a coisa se passou. Certo, certo, é que o Nicas Passarinho já entregara cassetes e CD em tudo o que era editora discográfica e nada. Ninguém queria saber dele. Mas a vontade que o rapaz tinha de triunfar na música era muita e naquela noite estavam no arraial dois ou três repórteres que cartas anónimas suas tinham espicaçado. «Cerca da meia-noite, antes do fogo…», dizia a missiva. E assim foi, no último espectáculo da festa. À hora marcada, com o seu penteado à rockabilly e uma camisa a cintilar de lantejoulas, o Nicas subiu ao palco, arrancou a guitarra eléctrica das mãos de um dos músicos e irrompeu num «Johnny be good» ainda mais faiscante que o do Marty McFly do filme «Regresso ao Futuro». Claro que passou a noite no calabouço da GNR, mas no dia seguinte tinha contrato para a gravação de um disco numa editora do Montijo, o qual vendeu 327 exemplares e que só não teve mais sucesso porque a hora era de hip-hop e não tanto de rock & roll. Ainda por cima com aquele apelido… Mas o anseio cumprira-se. Diz-se que este ano tocará na segunda noite.

Momento 3 – Fogo
Ainda hoje o Manel Palminha se pergunta como o destino foi tão bom para ele. Ia no dia seguinte fazer o mercado do Pinhal Novo e como partia cedo, a fim de arranjar um bom lugar, levou para os Capuchos o carro de caixa aberta já cheio de chouriço, farinheiras e paios, tudo convenientemente coberto com oleados. Deixou o filho na cabine, dizendo-lhe «Olha pela mercadoria, que nunca se sabe» e foi beber uns copos com amigos, antes do fogo. Pouco depois do final do concerto, começaram os rátátás, os fssssssst e os cábuuuns. Colorido intenso, no céu escuro, tudo olhando para o firmamento, carteiristas à coca e em serviço, nisto cai um foguete em quinta próxima, pasto a arder, tudo com medo que tivesse acontecido algo aos cavalos de toureio ali guardados, que relinchavam nas boxes, acompanhados por galinhas cacarejantes, mas era apenas uma delas que tinha pegado fogo e disparara por ali fora, em chamas, só estacando junto à rede virada à estrada para S. Romão, assada e pronta a comer. E foguete seguinte, no carro do vendedor de enchidos, depois de roto o oleado pela ponta da cana afiada e ardente. Um cheiro a chouriço em canasta de barro, toda a gente a aproximar-se do veículo, atraída pelo saboroso odor, e o filho ao telemóvel «Pai, venha já, que isto está a esturricar». Não havia pão, mas a navalha do Palminha cortou mais que muitos pedaços de carne vendida a um euro, mercadoria despachada e gasóleo poupado, da prevista viagem que não se fez. Claro que alguns nacos eram mais tições do que outra coisa. Mas, àquela hora, alguém ligou a isso?...

Momento 4 – 2006
E este ano? Decerto acontecerão mil coisas como estas, na festa que afinal tem como mais importante vertente a religiosa, entre muitas outras, de género distinto, para divertida folgança de calipolenses e forasteiros que visitam Vila Viçosa. Que todos se alegrem, em honra dos frades capuchinhos que oferecem o nome ao evento, são os fortes e sinceros desejos da organização.
Como chegar a Vila Viçosa? Consulta Mapas e estrada do reino na barra lateral.
Onde comer? Não se preocupem há muita qualidade e quantidade.
Onde dormir? Também não se preocupem, ninguém dorme; é da festa para a garraiada. Em caso de extrema necessidade é procurar o local mais fresco e "ferrar o galho".

sexta-feira, setembro 01, 2006

A Liga da Treta

O Apito Dourado não deu em nada, ao contrário do que sucedeu na Itália e agora esta vergonhosa imagem de Portugal pela Europa fora com o caso "Mateus"; é suficiente para que assumamos que somos ridiculamente provincianos na forma de gerir a máquina do futebol extra-jogo.
E agora até a participação da selecção e dos clubes nas competições europeias está ameaçada(confira aqui e aqui)!
A promiscuídade política/presidentes da liga, de clubes e outros, entram sempre em conflito com os reais interesses do desporto.
Se as leis estão escritas, bem ou mal cumpram-se. Quem não cumpre é sancionado.
É simplex: o Gil Vicente não cumpriu, desce de divisão e perde pontos, além de uma coima financeira.
O Belenenses, que foi o principal prejudicado pela utilização indevida do rapaz (o pobre Mateus, que não tem culpa de nada!) fica na Superliga.
O que é que a Liga, à excepção do Sr. Cunha Leal (que os teve no sítio) não percebeu? Talvez se o Gil Vicente fosse do sul o caso já estivesse resolvido e o Gil na Liga de Honra...
A propósito da Superliga, recomenda-se a leitura das análises feitas em A Voz portalegrense e a leitura dos blogues desportivos 3º Anel e Belém Integral.