segunda-feira, maio 30, 2005

Frase da Semana - 18

Dediquem sempre tempo à reflexão das vossas atitudes, das vossas crenças, da vossa vida.
Acreditem e lutem por isso. É sempre bom ter o orgulho de que agimos em conformidade com os valores que nos regem.


É indispensável conhecerrno-nos a nós próprios; mesmo se isso não bastasse para conhecer-mos a verdade; seria útil, ao menos para regularmos a vida, e nada há de mais justo.

Blaise Pascal

O coma económico



O ano de 2005 começou a meio de uma crise política e com esperanças de um fim para a crise económica da “tanga”. Muitos portugueses dizem e muito bem que a crise não só não desapareceu como aumentou , não esqueçamos que é o povo quem mais sente no peso da carteira!! A verdade é que o estrangulamento da classe média tem tornado esse sentimento ainda mais real e sentido. O país sobrevive sem poder de compra e à custa de empréstimos.

Como sabemos o ano de 2005 era para todos um ano de verdadeiro e real crescimento económico, no entanto, o que poucos entenderam foi o significado dessas palavras.

Muitos pensavam que o crescimento económico iria permitir um melhoramento da qualidade e do nível de vida dos portugueses. Acabaram por descobrir que tal não era assim e que o verdadeiro significado do “crescimento económico”, fim da recessão etc. significavam mais uma história de embalar até dormir para acordar a meio de um pesadelo real.

O crescimento económico foi e vai ser tão pequeno que claramente vamos ter dificuldades ainda maiores e assistir a um agravamento da situação da população e do país.
O aumento dos impostos não é a solução e vão acabar por estrangular uma possível recuperação económica em 2006. É tapar o Sol com a peneira!


O problema da economia portuguesa passa por uma falta clara de competitividade e por um crescimento cada vez maior das despesas públicas. As coisas estão mal mas bem se pode antever e esperar pior. Não é pelo governo actual ou pelos anteriores, é por todos os políticos e pela sua falta de responsabilização. Por eles e por tudo mais, estamos muito mas muito mal economicamente, estamos num perfeito “estado de coma económico”.

por Jorge Ferreira

quarta-feira, maio 25, 2005

Refugiados e refúgios

Foi lá que Guterres (noemado alto-comissário das Nações Unidas) se refugiou da política activa portuguesa e de uma possível (e até aqui, quase inevitável) candidatura a Presidente da República.
É um cargo importante e é sempre bom ver portugueses em bons lugares lá fora.

Por cá, sobem os impostos sobre os combustíveis, o álcool (agora que as queimas estão a terminar!!) e o tabaco, a idade de reforma aumenta e suspendem-se as promoções automáticas na função pública.

É lógico que, se as pessoas pagam mais de combustível, se só podem reformar mais tarde e se não são promovidas se vão refugiar (não nas Nações unidas) mas no tabaco e no álcool, logo, pagam ainda mais!

Há jogadas de génio...

Frase da semana - 17

A todos os que, esta semana, Queimam Fitas na Univ. de Évora: Carpe diem por que o amanhã nunca mais será igual. Bye Bye boa vida...

Hoje é dia de vinho e de mulheres, alegria e risadas...véspera de sermões e muita água mineral!
Lord Byron

segunda-feira, maio 23, 2005

É já a seguir...

Mas é que é já... a seguir!!!

sexta-feira, maio 20, 2005

Parabéns Geraldo!

O padrinho deste blog, o Geraldo sem Pavor faz amanhã um ano de intensa actividade bloguista.
A todos os amigos que dele fazem parte aqui ficam os parabéns do "afilhado" e a homenagem personificada na reedição do primeiro post a "sério" colocado no Geraldo.

A homenagem à pobre e linda orfã...



Dá pena ver uma cidade que já foi grande entre as grandes, ousada e sonhadora, relegada para um papel de segundo plano ao nível da decisão política nacional. Orfã! Porque há já muito que não tem homens que a saibam amar, conduzir e ousar... Depois de 25 anos de Abilio I, aqui temos mais 4 de ingnomínia esquerdófila, desta vez personalizada na figura de Ernesto I... É a vida... Orfã sim, mas linda...

por Tirapicos

quarta-feira, maio 18, 2005

O Benfica é a equipa da paz

Recebi este e-mail hoje. Sempre gostei de Lobo Antunes, da sua escrita, da sua personalidade e modo de estar na vida. Fiquei ainda mais fascinado depois de falar com ele pessoalmente em Évora, e cada vez que leio algo dele ou sobre ele fico a admirá-lo um pouco mais.


Aqui vai um excerto de uma entrevista de António Lobo Antunes à revista Visão (de há umas semanas atrás) onde, às tantas, se evoca a dita "guerra do Ultramar", em Angola, em que o ilustre Autor tomou parte.


V: Ainda sonha com a guerra?

ALA: (...) Apesar de tudo, penso que guardávamos uma parte sã que nos permitia continuar a funcionar. Os que não conseguiam são aqueles que, agora, aparecem nas consultas. Ao mesmo tempo havia coisas extraordinárias. Quando o Benfica jogava, púnhamos os altifalantes virados para a mata e, assim, não havia ataques.

V: Parava a guerra?

ALA: Parava a guerra. Até o MPLA era do Benfica. Era uma sensação ainda mais estranha porque não faz sentido estarmos zangados com pessoas que são do mesmo clube que nós. O Benfica foi, de facto, o melhor protector da guerra. E nada disto acontecia com os jogos do Porto e do Sporting, coisa que aborrecia o capitão e alguns alferes mais bem nascidos. Eu até percebo que se dispare contra um sócio do Porto, mas agora contra um do Benfica?

V: Não vou pôr isso na entrevista...

ALA: Pode pôr. Pode pôr. Faz algum sentido dar um tiro num sócio do Benfica?

Frase da semana - 16

A melhor maneira de prever o que está para vir é lembrar o que já passou.
George Savile

Só eu sei...

...porque o caneco fica cá.

Example

Força Sporting alé...


Filosofia Irlandesa

Example

In life, there are only two things to worry about –
Either you are well or you are sick.
If you are well, there is nothing to worry about,
But if you are sick, there are two things to worry about –
Either you will get well or you will die.
If you are well, there is nothing to worry about,
But if you die, there are two things to worry about –
Either you will go to even or hell.
If you go to heaven, there is nothing to worry about,
And if you go to hell, you’ll be so busy shaking hands with all your friends
You won’t have time to worry!

quinta-feira, maio 12, 2005

Até parece milagre

Quem chegasse hoje do estrangeiro e lê-se as manchetes dos jornais alentajanos pensaria ter acontecido um milagre tal foi o destaque que os jornais alentejanos deram ao facto de... chover! E não é para menos.
Destaco a manchete do Diário do Sul, um simples e objectivo: "Choveu".
Talvez ainda se salve qualquer coisa nos campos...

quarta-feira, maio 11, 2005

É difícil falar, pensar e reflectir sobre outra coisa!

Um Benfica - Sporting é sempre um jogo "quente". Este ano e com o título pendente, é impossível falar noutra coisa. Nem vou comentar a nova coqueluche da comunicação social, o caso Nobre Guedes, vou apenas mostrar as possibilidades de haver campeão (ou não) no próximo fim-de-semana.

Example

Imagen de A BOLA

segunda-feira, maio 09, 2005

O chefe recomenda...

...para quem, e independentemente da ideologia, gosta de política, o artigo brilhante sobre o futuro da direita portuguesa que o Corcunda expôs no Pasquim da Reação (link na barra lateral).

Ó Eng.º Sócrates, só uma pergunta...

Porque é que promoveu a construção de 10 estádios de futebol (alguns para estarem vazios!!) e não quer construir 10 Hospitais (que seguramente estariam todos cheios!!)?

Aplaudo de pé, mas só depois de ver

O jornal «A Bola» tem hoje como manchete "Viva o futebol" que corresponde a um artigo entitulado "A BOLA" e a semana do futebol em que faz um "desafio à pureza do jogo" (antevendo o derby) e revela o estado do futebol português e as habituais críticas crónicas, pressões legais ou nem tanto, jogos psicológicos e guerras de palavras (que tanto servem para vender jornais). Afirma que "A BOLA" não compactua com esta forma de ver o desporto rei e que netsa semana tão importante para a decisão do vencedor da Superliga, fará um jornalismo neutro e concentrado na essência deste jogo que tantas paixões levanta.
Concordo em pleno com esta atitude, mas tomá-la e assumi-la só agora pode revelar que até aqui as "coisas" não corresponderam ao que neste momento se eleva como o rearfimar da dignidade do futebol português.

Se na prática se confirmar isto: sejais bem-vinda (apesar de atrasada!)

Contudo, ainda a semana passada se falou tanto de o SLB ser levado ao colo que no jogo com o Penafiel até podiam ter esquartejado um jogador encarnado na área do Penafiel que nunca seria assinalada grande penalidade!

As arbitragens revelam a sua neutralidade não assinalando as faltas que o são ou sabor dos rumores que antecendem os jogos. Assim não se levantam suspeitas julgarão eles...

Digam porque é que o facto do Benfica ter emprestado ao árbitro do Estoril-Benfica umas botas deu tanto que falar? Queriam que o homem corresse descalço? Procedeu correctamente, por qualquer motivo não tinha botas, dirigiu-se à equipa visitada (Estoril) e pediu umas botas emprestadas, não tinham. Pediu à outra equipa que lhe emprestou e depois? Onde está a promiscuidade?

Se havia uma campanha para levar o SLB ao título que ninguém duvide que há outra para não o levar; e como sempre, as campanhas começam na importância e relevo que a comunicação social dá a umas coisas e não a outras!

Enfim, venha de lá o "derby" e maior clássico do futebol luso que a ansiedade já bate.

sexta-feira, maio 06, 2005

Contra-Natura?

Este fenómeno é inédito e está a ser estudado por vários cientistas europeus!

Com todo o calor que se tem vindo a fazer sentir e com a falta de chuva que se tem verificado este ano, ninguém compreende porque é que só ontem e à noite os lagartos portugueses sairam da toca!

Que fenómeno raro!

terça-feira, maio 03, 2005

Agora é que se queixam!!!

As mais recentes relações sino-europeias deixam-me de facto muito preocupado com o futuro da velha Europa e do nosso Portugal.

O que se passou no acordo comercial entre China e União Europeia só me faz lembrar a táctica que usava para conquistar os adversários mais fortes no jogo Age of Imperies II:
Ponto um: Resistia às investidas dos inimigos e passava muito tempo a construir e criar um exército poderoso.
Ponto dois: Quando já tinha um exército quase imbatível, pagava um tributo ao meu adversário para que este não me considerasse inimigo e se tornasse até meu aliado.
Ponto três: Enviava para o território do meu suposto “aliado” parte do exército e trabalhadores para que construíssem lá novas escolas de guerreiros, cavaleiros, arqueiros etc. e criava ainda mais tropas.
Ponto quatro: Enviava para o território do “aliado” ainda mais tropas (a juntar às iniciais e às criadas no território).
Ponto cinco: Quando sentia ser capaz de destruir o “aliado” quebrava o acordo e destruía-o por dentro, a partir do seu próprio território. Simultaneamente, os padres convertiam, a favor da minha causa, alguns dos “aliados-inimigos”.
Ponto seis: As baixas, e considerando a população total do Império eram mínimas. A vitória era absoluta e sem danos para o meu Império. Os perigos eram mínimos, pois eles poderiam de facto utilizar a mesma estratégia contra mim, mas existia uma grande diferença: eu estava preparado para entrar no território deles e enquanto eles pensavam em como atacar eu já os tinha destruído!

O que é que existe de diferente entre o jogo e as novas relação entre China e Europa?

Ponto um: A China resiste, embora cada vez com mais dificuldade, ao chamado “capitalismo moderno” do qual os EUA e a EU são a cara mais conhecida. Mesmo transmitindo uma leve sensação de abertura, as portas continuam fechadas. Desta maneira, continuam a produzir e armazenar produtos e a delinear estratégias comerciais.
Ponto dois: Quando já tinham muitos milhões de euros investidos em produtos que significariam um encaixe financeiro tremendo em lucros (relação custo/venda certo?), lembraram-se de simular a abertura do mercado à Europa. Esta estratégia resume-se ao mais recente acordo comercial entre a Europa e a China.
Ponto três: Depois de tudo acordado, a China começou a exportar esses produtos para a Europa, a baixo preço (que é o que a malta gosta e eu também já sucumbi a esses preços!). Paga ao seu povo para vir para a Europa e paga também as despesas na criação e montagem das tão famosas “lojas dos chineses” (ainda há aldeia que não tenha pelo menos uma?).
Ponto quatro: A China vai mais longe: paga fábricas, que já foram construídas em território europeu (nomeadamente na Catalunha), e onde só trabalham chineses, que receberam dinheiro para deixar a China (as leis do trabalho nestas fábricas são as mesmas praticadas no seu território: 24h sob 24h de trabalho!).
Ponto cinco: Passado pouco tempo do acordo comercial estar assinado, a UE reconsidera já a reformulação do mesmo. Só agora percebeu que não é capaz de competir com a máquina chinesa! Não era preciso perceber muito do assunto para se descobrir que isto ia acontecer. Já fecharam centenas de fábricas de têxteis pela Europa fora. Todos sabemos que, em termos de emprego e economia, se o resto da Europa está mal, Portugal está péssimo! Presumo que a proporção será de cerca de 100 investidores chineses na Europa para 1 europeu na China.
Ponto seis: O facto de diminuir a população no seu território representa um alívio enorme para o governo de Pequim que acaba ainda por dar vazão aos produtos que fabrica. Nunca perde; só ganha.

Os governantes não deviam perder tanto tempo com jogos de bastidores e jogos por baixo das mesas (entenda-se obscuros!) e deviam jogar mais jogos de PC. Ajudá-los-ia a desenvolver a capacidade estratégica. Assim estariam precavidos para os ataques do adversário e talvez aprendessem também qual a melhor maneira de sobreviver e atacar!

Esta seria, não a frase da semana, mas a frase do ano!

George W. Bush no discurso do jantar com os enviados especiais na Casa Branca:

"Nestes jantares é suposto que eu diga alguma coisa com piada... prepositadamente!"

Escusado será dizer que a gargalhada foi geral.
Quando é suposto dizer piadas é quando consegue dizer alguma coisa de jeito!

Momento de inspiração de um génio literário

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos, e presentes não são promessas.
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la,
e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida. (...)
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa;
por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos. (...)
Aprendes que paciência requer muita prática. (...)
Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém.
Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento, condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes.
E, finalmente, Aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta teu jardim e decora tua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E percebes que realmente podes suportar...
que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da vida! (...) E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!


William Shakespeare

ECONOMIA (e) REGIONAL(ização)

Num país cada vez menos na rota do futuro. Num país onde, e cada vez mais, é difícil tornar real os objectivos macroeconómicos ( em grande parte devido a uma estagnação das sociedades microeconómicas e dos seus sistemas regionais), acredito na regionalização como solução!

Um dia um amigo perguntou se eu era contra a regionalização; sem hesitar e de forma clara respondi que sim. Depois, perguntou-me os motivos em que sustentava a minha resposta tão directa e explicita. Não tive resposta e fiquei alguns dias a pensar no assunto. Comecei a acreditar que na realidade existia algum pragmatismo na minha resposta, mas o que é que tinha mudado?

Comecei então a ponderar novamente as vantagens e desvantagens da regionalização, e a verdade é que uma maior proximidade da população ao poder político, não só causaria uma maior pressão junto das instâncias governamentais, o que seria algo de muito positivo e ainda melhor se comparado com a ligação população / governo central. Esta pressão mais próxima, serviria também para uma mais fácil responsabilização das instâncias governamentais no cumprimento das promessas eleitorais e do trabalho desenvolvido (ou não!).
No entanto, existem também desvantagens: os favores aos amigos seriam, de certo, uma realidade ainda maior, uma vez que os interesses seriam geridos directamente pelos “interessados”. Esta seria uma clara desvantagem. Contudo, este é um problema da cultura portuguesa, por isso, e por si só não é uma razão suficientemente forte para dizer não à regionalização.
Outra vantagem seria o facto de que as maiores áreas urbanas, em termos populacionais, como Lisboa ou Porto, seriam aquelas que teriam mais capacidade financeira para a realização de obras públicas e para o cumprimento das promessas. À primeira vista parece ser uma desvantagem mas se analisarmos a situação do ponto de vista per capita, isto é, analisar o montante a gastar por cada pessoa, regiões como o Alentejo acabariam por beneficiar desta lógica, sendo que a médio prazo a capacidade de sustentabilidade da região seria uma maior realidade.

Estou disposto a mudar.


Jorge Ferreira

La donna e mobile?!?!

Era, a música agora é outra: "Djosé Mourinio, Djosé Mourinio"! Foi assim que se cantou uma e outra vez no Reebok Stadium em Bolton, onde o Chelsea de "Mourinio" bateu a equipa local por 0-2 (mais dois de Lampard) e se sagrou (após 50 anos!!!) campeão de Inglaterra! Afinal um treinador do terceiro mundo é melhores que os que já se arrastam nas terras de Churchill.

Parabéns por levares o nome de Portugal bem alto e seres um exemplo de esforço, dedicação, competência e profissionalismo!

Força para hoje contra o Liverpool. Se ganhar, o homem do "Lucky Coat" arrisca-se a ser de novo campeão europeu e a vencer três provas europeias em três anos consecutivos. Creio que é único na história do futebol europeu e é português!

Querem ver que a supertaça europeia de 2005 é Chelsea-Sporting...

Pensaram que ia deixar passar isto em claro? Força "Djosé"!!