sexta-feira, abril 15, 2005

Estou para ver...

Li no Alentejanices, a quem agradeço e link e envio um abraço, que alguém em Estremoz se prepara ou já abriu uma porta na muralha do castelo de Estremoz (que é quase tão bonito como o de Vila Viçosa, modéstia à parte!).
Quando questionado, o IPAAR respondeu ao Alentejanices "Agradecemos a sua preocupação com a abertura de um vão junto às portas dos currais, em Estremoz. Informamos que o IPPAR está a acompanhar a intervenção."
Estou a ver o acompanhamento: primeiro faz-se a obra, depois abre-se o inquérito e espera-se que prescreva. Mais um, e como tudo neste país!

Quem tem razão é o Prof. Adelino Maltez em entrevista ao "Diabo" e que o Geraldo Sem Pavor destaca no post Imprescindível, este "é o estado das coisas".

6 Comentários:

Anonymous Anónimo said...

Agradeço a referência ao post do "Alentejanices..." e a retribuição do link.
Ainda se aguardam mais algumas respostas oficiais sobre este assunto, pelo que logo que disponíveis serão lançadas para todos os meus amigos.
O "Alentejanices..." tem realmente origem em Estremoz e é esta a sua terra com muito orgulho, mas por motivos da vida, trabalha e vive na capital do país, de onde tenta manter-se presente no seu Alentejo e participar nele, pelo que o "Aljubarrota..." faz parte da sua leitura diária.
Um Abraço Amigo e Saudações Alentejanas...

sexta-feira, 15 abril, 2005  
Blogger D. Nuno Álvares Pereira said...

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sexta-feira, 15 abril, 2005  
Blogger D. Nuno Álvares Pereira said...

Caro AJRamos, fico lisonjeado pela sua leitura diária deste blog.
É um facto, que creio deveras curioso, que muitos dos blogs alentejanos são geridos e criados por alentejanos que estão ou fora da sua terra de origem ou fora do próprio Alentejo, o que me levanta uma dúvida: será que só quem sái do meio alentejano, dito normal ou de origem, sente e se apercebe dos males e faltas do mesmo?
Seria bom que um dia todos os alentejanos que não tiveram condições para viver e trabalhar na sua terra de origem um dia pudessem voltar e evitar com que estas migrações continuem a acontecer.
Não podemos continuar a abandonar as nossas terras mas as nossas terras também têm que nos dar condições para podermos ficar.
Está criado um paradoxo de difícil solução. Talves o poder do voto o consiga resolver em algumas terras mas dificilmente o resolverá em todas.

Enfim, temos "pano para mangas" mas a recontrução do Alentejo não ser adiada por muito mais tempo e todos nós somos necessários.

Abraços de quem também teve que deixar a terra

sexta-feira, 15 abril, 2005  
Anonymous Anónimo said...

Já uma vez comentei no "Alto da Praça" (acho eu), que quem sai, normalmente por falta de perspectivas de futuro, sente a falta que o Alentejo faz, no entanto penso que também é obrigação de quem está longe, não se divorciar completamente das suas origens. Que custa muito ver o desenvolvimento passar ao lado custa e o não poder fazer parte também, mas como é óbvio a esperança de um regresso está sempre presente, só que depois nascem os filhos e o pensamento vira-se para o futuro deles e não deve ser nada justo fazê-los passar pela falta de oportunidades que os pais tiveram, enfim, haja saúde e muito orgulho em ser ALENTEJANO.
Um dos grandes problemas de quem fica e passados os primeiros anos de remar contra a maré do "ninguém nos liga e somos uns desgraçados", é o começar a acomodar-se a um certo "se não podes vencê-los, junta-te a eles". No presente as coisas tem tendência a mudar e aí felizmente que a internet faz maravilhas, aproxima-nos e dás-nos a oportunidade de comunicar, dar ideias, sugerir, criticar e comentar o que se vai passando no nosso Alentejo. Só é pena que não possamos votar nas terras de nascimento, também não sei se seria justo, é um bom tema de discussão.
Um Abraço Amigo e Saudações Alentejanas

sexta-feira, 15 abril, 2005  
Blogger D. Nuno Álvares Pereira said...

Está nas nossas mãos dar não só ao Alentejo mas a todo o Portugal o destino glorioso que merece.

É bom saber que mais alentejanos "deterrados" querem mudar esta situação. Quem sabe um dia destes almoçamos todos e formamos uma associação de defesa dos interesses alentejanos?

abraços

segunda-feira, 18 abril, 2005  
Anonymous Anónimo said...

contem comigo para a almoçarada... primeiro porque tambem sou um defensor dos valores alentejanos. Como é facil perceber também sou um desterrado, um alentejano em lisboa com a ideia do regresso em permanencia... o motivo? o de sempre, falta de oportunidade em termos de emprego... Mas se poder aprender o maximo possivel no meu ramo, de modo a poder ter um papel activo no desenvolvimento do nosso amado alentejo, tanto melhor...
saudaçoes alentejanas

zuta

terça-feira, 19 abril, 2005  

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