250 novos postos de trabalho - É bom mas não chega...
No Aeródromo Municipal de Évora vai ser construída (a começar ainda em 2005) uma fábrica de aviões. O projecto, no qual vão ser investidos 100 milhões de euros, pertence à GECI, uma empresa francesa.
No total, deverão ser criados 250 postos de emprego em Évora e cerca de 400 postos de trabalho espalhados por todo o país.
O projecto, embora a ideia inicial seja francesa, é português, designa-se «SkyPortugal» e visa a construção do primeiro avião nacional de raiz.
É isto que o Alentejo precisa: mais investimento, mais credibilidade e mais postos de emprego fora dos executivos camarários.
Defendo acordos entre Câmaras Municipais e empresas onde as CMs cederiam às empresas os terrenos necessários para a sua instalação nos concelhos e outras regalias ao nível das taxas e impostos. Em troca, as empresas compremeter-se-iam a assegurar X postos de emprego no concelho durante um período mínimo de X anos e a formar técnicos especializados, caso necessário.
Caso o acordo fosse quebrado pela empresa, além de ter que pagar uma avultada indeminização, todo o património da mesma passaria a pertencer às CMs, que puderiam assim continuar a assegurar o seu funcionamento através da concessão da mesma e, em consequência, manter os postos de trabalho.
Peço desculpa por eventuais situações ilegais nestas ideias e até erros em termos económicos mas é o meu ponto de vista e creio que uma possível resolução para alguns problemas das nossas terras.
No total, deverão ser criados 250 postos de emprego em Évora e cerca de 400 postos de trabalho espalhados por todo o país.
O projecto, embora a ideia inicial seja francesa, é português, designa-se «SkyPortugal» e visa a construção do primeiro avião nacional de raiz.
É isto que o Alentejo precisa: mais investimento, mais credibilidade e mais postos de emprego fora dos executivos camarários.
Defendo acordos entre Câmaras Municipais e empresas onde as CMs cederiam às empresas os terrenos necessários para a sua instalação nos concelhos e outras regalias ao nível das taxas e impostos. Em troca, as empresas compremeter-se-iam a assegurar X postos de emprego no concelho durante um período mínimo de X anos e a formar técnicos especializados, caso necessário.
Caso o acordo fosse quebrado pela empresa, além de ter que pagar uma avultada indeminização, todo o património da mesma passaria a pertencer às CMs, que puderiam assim continuar a assegurar o seu funcionamento através da concessão da mesma e, em consequência, manter os postos de trabalho.
Peço desculpa por eventuais situações ilegais nestas ideias e até erros em termos económicos mas é o meu ponto de vista e creio que uma possível resolução para alguns problemas das nossas terras.


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